No período pós eleições, o +Concelho
esteve concentrado na definição do seu posicionamento face aos resultados
obtidos e na definição da melhor forma para, ao lado de todos os munícipes,
levar a voz das suas preocupações, dificuldades e aspirações para dentro dos
Órgãos Autárquicos particularmente naqueles onde temos representação.
Nesse sentido, a primeira proposta que +Concelho submeteu ao executivo da Câmara foi a abertura à comunidade marinhense a todas as reuniões do executivo, com o objetivo de possibilitar à população e às empresas a apresentação, de uma forma direta, dos problemas que afetam o seu dia-a-dia, para alem de poderem seguir os processos correntes e as respetivas decisões e votações.
No nosso concelho e nos outros, os
partidos, praticamente sem exceção, só se lembram dos munícipes em altura
de eleições e então saem em peso para a rua, com palavras bonitas, nobres
intenções, palmadinhas nas costas e promessas de mudança.
Depois dos objetivos conseguidos, fecham as portas e remetem-se ao silêncio e a uma espécie de clausura, numa superioridade inatingível, tentando manterem-se o mais afastados possível dos munícipes e dos seus problemas, como se fossem eles o maior inimigo ao exercício do seu poder.
O poder pelo poder é a adulteração da essência da democracia. O exercício do poder tem de ser posto ao serviço das populações e não há que ter medo, porque o povo é justo e sabe reconhecer os que os servem bem.
A abertura à comunidade das reuniões do executivo, é muito importante, mas não chega.
Para dar realmente aos munícipes que aí se deslocam, a possibilidade de exporem os seus problemas, eles deverão poder fazê-lo antes da ordem de trabalhos para essa reunião, não é aceitável remeter a intervenção dos munícipes para o final das reuniões. Só é entendível se se pretender que eles desistam das suas intervenções pelo cansaço.
Pelo respeito que os munícipes nos merecem e pelo respeito que as suas preocupações, problemas e anseios devem merecer ao executivo, a intervenção dos cidadãos devem ser feitas antes da agenda.
Não será isto uma forma de reconhecimento da prioridade do executivo pelo seus concidadãos?
Nós, +Concelho, vamos continuar a bater-nos por isso.
Rui Silva
+Concelho
Nesse sentido, a primeira proposta que +Concelho submeteu ao executivo da Câmara foi a abertura à comunidade marinhense a todas as reuniões do executivo, com o objetivo de possibilitar à população e às empresas a apresentação, de uma forma direta, dos problemas que afetam o seu dia-a-dia, para alem de poderem seguir os processos correntes e as respetivas decisões e votações.
Tratou-se de um pequeno grande passo
para a participação ativa da nossa comunidade, não só no exercício do poder
político, mas também na transparência das decisões tomadas, que tantas vezes
foram objetos de polémicas e até de más interpretações.
Com uma tão simples alteração no
funcionamento, melhorámos de uma forma muito significativa a qualidade da nossa
democracia, em que o povo tem agora a possibilidade de também acompanhar o
exercício do poder executivo.
Foi o primeiro passo, mas o caminho
faz-se caminhando.
Depois dos objetivos conseguidos, fecham as portas e remetem-se ao silêncio e a uma espécie de clausura, numa superioridade inatingível, tentando manterem-se o mais afastados possível dos munícipes e dos seus problemas, como se fossem eles o maior inimigo ao exercício do seu poder.
O poder pelo poder é a adulteração da essência da democracia. O exercício do poder tem de ser posto ao serviço das populações e não há que ter medo, porque o povo é justo e sabe reconhecer os que os servem bem.
A abertura à comunidade das reuniões do executivo, é muito importante, mas não chega.
Para dar realmente aos munícipes que aí se deslocam, a possibilidade de exporem os seus problemas, eles deverão poder fazê-lo antes da ordem de trabalhos para essa reunião, não é aceitável remeter a intervenção dos munícipes para o final das reuniões. Só é entendível se se pretender que eles desistam das suas intervenções pelo cansaço.
Pelo respeito que os munícipes nos merecem e pelo respeito que as suas preocupações, problemas e anseios devem merecer ao executivo, a intervenção dos cidadãos devem ser feitas antes da agenda.
Não será isto uma forma de reconhecimento da prioridade do executivo pelo seus concidadãos?
Nós, +Concelho, vamos continuar a bater-nos por isso.
Rui Silva
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